sexta-feira, novembro 27, 2009

tezo, in homenage a fabão (fabones)

"mas num paga meia duzia nnao , não queremos uma inundacion..."

quando em mil novecentos e 666, o ocio da humanidade estava em pleno vapor (de cola quente) , eis que aparece uma figura!
sim!
ele!
com seus mil dedos sungrados e milhares de veias cosmicas pulsando de seu alegre espontaneo sorriso carismatico â averssão a poligamias escrotas do animais bipedes.
uma nota: o od er im.
nisso se baseou uma grande fonte sagrada, acosmica inspiração sobre humanas dos poderes caoticos do inatingivel poder catatonico , INCRIVEL, mas numca obsante a perder os trunfos e faros da poli. poliunção. ( aquele raio verde )

dentre una , e otra, nosso fiel companheiro de guerra nos leva ao trunfo do inatingivel desejo de operação anarquista. operarios carregando bombas napalm enviem sacolés aos seus companheiros para resistirem a dor da estagnção.

desse pequeno veneno, sai de uma nuvens espessa um material rarissimo de controle unico das grandes almas recentes da soziedade sobri anti gua. ( oeter do rocken rou )

nos verdadeiros revolucionarios da mente alheia apresentmso essse com ardor da chama que arde sobre nossas vontades operar o sistema em caos e desordem, queremos um ideial leagl, cabras e bezerras na mesma cama sangrenta e rocken roll e timbres afiados o suficiente para entrar em nossos ouvidos e imperar a razão logica do desapego.

uma incrivel asciedade pulsa no momento corriqueiro de uma graave melodia . cortando nossos desesperos essa nota flui como um rio onde seus afluente , bichos escrotos.

rudie can't fail brotler, in fuck we rust... a agonia ao futurismo organico de uma nova era saem das cavernas um novo lider com caractirista de tarzam concreto,
sim!

é ele!

o objeto de desejo de 200 mil, aquele que nunca consegrou o profano discreto, sendo tragico melhores que ainda virão.

nota do escrivão:

dentre os mais variados tipos de especia quela que consumiuo ser sagrado do oriente esta em chams as velas que quiman com ardor e chama da desigualdade racial ppor isso temos que temer os opressarios, que nunca virão e nunca terão nada alen de um uisque ao mar, devivados da papoula eleas chaman de drink do inferno um bebida quente, queeente quennte muito quente que voce pode contar lagartanas ao meio que elas ainda fervem de tremos roçante desanparo ao menor coadjuvante , a ira se tornou a maoir de todas as vertentes poiliciais o meu maior erro, foi num dia de sol, ter iado a chuva pegar mais uma dose de elefantes africanos do ocdente em chams que queiman, com razão a destruiçnao das pedras!


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sim!

é ele!

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Um comentário:

Fábio sarjeta disse...

caralho mano, vc é um gênio row
só não choreu aqui, para que minha mãe não falasse que eu sou emo rsrsr
sabe como é, ela anda escutando muito9 boys don`t cry do the cure rsrrsr

bom por falar em emo
te amo cara (de forma platônica rsrsr)