terça-feira, dezembro 14, 2010

sam da lor

E no paraiso a substancia é de graça magos.
e no meio das ervilhas maravilhas - doenças cronicas e contagiosas - no interior de seus corações espuminha - tinha ainda - duzentas clara-belas -
e tinha tanta janta , janta junta, que dava pra hacer una fiéta.
locomutado; - das seus porós acidos comuns - no meio dessa explosão estrelinha - abelhos sem joelos abolhos cheios d olhos graças a transeunte vicrente.
mas Mamão abacate nada poderia fazer senão outro momento de graça e luz.

momento do crack:
velinhas acendem no meu coração e butt laid is no fucking heart.

yeaah - diante da corredeira mahestosa um grito inerente ao futuro - chamas da escuridão apavoram minha mente estou insano mais perdido que um dinossauro no judo - aculmulo de poeria nas neves cerebrais de lions storm - um antigo parceiro cujo nome prefiro não recfordar me disse que uma vez en la montanha de ascidoasteca havia um grua que uma guria guspia sem parar reclamando orações do senhor do tempo - que gemia aaas horas em intensa agonia - como jupiter prebiterianus um cara cullto - culminado na civilização como a nossa senhora gaia foi ao cêu uma vez e verificou se estava tudo certo nolimpo - e a verdade foi essa ela voltou pra crucificar o que já estava formado - um gerador retardado de m9il volts foi a tona com a pergunta mac nanime o que será do relogio se ele parar em movimento? foi com a interrogação que ele benzou as horaz.

no dia nublado estranho ornitorrinco na floresta assustada que comia nozes - genuinass nozes de de avelã - aveludada como o non sense impartidario - todo esse papo de futuro - paz para a humanidade num passa de bla bla bla in.partido - como se num passe de bolas o futuro depende de uma outra realidade paralela - todo mundo sabe que por mais tempo que conserguirmos viver - a gente faz pelo futuro - e o futuro é uma realidade paralelaa - os duendes estavam me dizemdo no propanda planoastral obrigatoria que num havia semente suficiente pra planta o que deve atê o arpoador. do ipiranga as margens placidos do euconuco - canuco ja nem sabe mais o que fazer por aqui - esta perdido na inspiraaação de respirar.

200 indios - oh duzentos indios perdidos voltem de suas cavernas indios voltem e nos abençoe com seus canudos dourados - e sabedoria mistica - aonde estão os treis reis magros???!!!

no dourado amanheceeer da gloria eu estava dormindo de cueca no corredor da sala.

ai dura manhã de alfazema - e nois fazema memo - o delirio diario do prosbiteriano aqui parece agora obter um sabor mais salgado uma pontinha de pimenta e o euconuco caducará.

na velha estante...-TRUCO! marecos tavam voando na minha direção eu me lembro do terror das batidos policiais nois traveco transito.

porra - havia aquela elegante sençacao de bem estar na plya dourada de vertigens e alicedes o numero maior de viajantes dourados foi menor devido a congruencia de fatos opostos - o bedo beteu a bedelha.

foi quando assim eu benti umaaa bensação begativa.

os milho ilho mio - come os mio hio mio.

num tinha sensaçãao pior uma cosmik drebiris arrepiante da alma como se todo seu corpo fosso possuido por uma enegia maligna que se apossa de você no instante emque te conduz.

uél! uél ! uél!

mastodontes mostre-me o caminho - precisoi da seiva dourada quero o de mais valioso que conoco. preciso de suaa sabedoria extrema afim de atingir alamos perdidos - oh arruaceiros -= me perdoem - minha alma vaquejante - trompa de elefante.

sola em los andes amico muchacheiro - lambia o seu cêu da boca com tamanha vontade - via lá no fundo uma luz dourada - e possuido pelo desejo adentrou em seus anseios e destronou mestre canjiqueiro.

ao sentaar e conseguir visualizaar alem do contorno energetico forte sua alma - e de dentro alastraram cores... - consebia a nova realidade e foi a crescer in a new era...

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